Sejam bem vindos.
Meu nome é Rafael e sou o criador e responsável por este website: PEREGRINO SIDERAL
O objetivo da criação desta plataforma é apenas expressar as minhas descobertas individuais e coletivas acerca da minha própria realidade de experiência de vida humana e em relação aos aspectos da minha jornada de desenvolvimento espiritual e consciência.
Aqui, pretendo compartilhar abertamente e francamente os resultados de minhas pesquisas, trabalhos, meditações e até mesmo, compartilhar as minhas cosmovisões e pensamentos do meu cotidiano, sem imposições ou julgamentos, apenas as necessárias conjurações com a finalidade de contribuir para um painel de reflexões e aprimoramento do processo de expansão de consciência de nossa humanidade.
Há uma razão do domínio desta plataforma ser PEREGRINO SIDERAL e será muito satisfatório poder esclarecer e dividir com os meus irmãos e irmãs o fruto da minha realidade.
Isto não é uma religião, não é um culto, não é uma seita.
Trata-se apenas de um espírito encarnado e sujeito ao mesmo desafio de todos, mas com o desejo de poder dividir informação e conhecimento para aumentar e melhorar a qualidade da frequência vibracional deste nosso mundo.
O TERRÍCOLA
Ao expressar o conteúdo desta plataforma, certo que alguém escreve e registra, portanto, possui certa responsabilidade pelo conteúdo e que apesar das questões de direitos autorais vigentes, não é minha preocupação controlar e determinar onde devem ou não reverberar as minhas expressões.
Sou uma pessoa civil e humana como todos os meus leitores e interlocutores.
Padeço, nesta existência vital, de todos os desafios inerentes às pessoas que vivem neste nosso Planeta, bem como, enfrento os riscos e as encruzilhadas das escolhas de realidade e decisões para a manifestação da minha alegria ou dos meus dramas.
Assim, não sou diferente de cada humano que habitou e ainda habita este nosso mundo, com exceção, claro, das minhas próprias jornadas de realidade e que certamente, enfrentei ou fugi, mas que somente eu as experienciei nestes meus quarenta e um anos de vida.
Então, um alerta, aqui se expressa um de vós, o menor de todos os encarnados neste mundo. Mas, que reconhece a oportunidade de evolução, expansão de consciência e principalmente, a cura neste momento valioso de nossa própria transição planetária.
Terrícola é aquele que é oriundo ou habita o planeta Terra, sendo um dos seus bilhões representantes de existência, realidade e vida.
Independente de todo o teor do que for compartilhado, nunca se esqueçam que na síntese, sou apenas um arquétipo corpóreo de um planeta em um fluxo de transformação e por isso, não se apegue às identidades, circunstâncias ou julgamentos de valores, porque servem apenas como referências históricas e de linhas de realidade com o objetivo de auxiliar esta humanidade a conhecer a si e uns aos outros.
Neste momento, apesar de minha realidade, sou um mero humano e sobre mim, pesa apenas a responsabilidade acerca das minhas manifestações, palavras e obras, não me tornando maior ou menor, mais ou menos, melhor ou pior do que os meus irmãos e irmãs terrícolas, apenas alguém que tem a satisfação de promover movimento positivo e uma franca reflexão nesta jornada de vida humana na Terra.
O MÉDIUM
Diferente de muitos dos meus irmãos e irmãs que atuam e desenvolvem valiosos trabalhos na seara da espiritualidade, independente de quais linhagens ou vertentes religiosas ou filosóficas, eu levei 41 anos de vida para descobrir que tenho alguma mediunidade.
Neste período de vida, conforme devo publicar ao longo do tempo, tive muitas experiências de natureza espiritualista e principalmente, muitas indagações sobre estes processos percebidos e não compreendidos.
É importante frisar, diferente dos registros acadêmicos, doutrinários e dogmáticos das principais vertentes religiosas e filosóficas na atualidade, não comungo dos mesmos belos e valiosos dons ou faculdades mediúnicas que estamos acostumados a ouvir falar, ver e até mesmo, conhecer.
Eu não psicografo, não psicofono, não sou clarividente, não incorporo entidades, não canalizo comunicações de Espíritos, não realizo projeções, não realizo curas, não materializo energias, nem mesmo a importante habilidade de aplicações magnéticas de passes eu possuo.
Da mesma forma que eu me espantei, talvez se espantem e indaguem: “— Onde que essa figura seria um médium?”
De fato, nunca me considerei um médium, por acreditar que mediunidade era apenas um aspecto de habilidades psico-anímicas ilustradas nos códices védicos, filosóficos e mesmo modernamente, nos rituais religiosos ou na codificação espiritista.
Um determinado dia, em minha busca pela REALIDADE — nem mais a verdade, explicarei a razão em minhas publicações — em um centro espiritualista em minha cidade, durante um trabalho mediúnico de consulta, um dos nossos irmãos denominado como VELUDO, disse-me que eu não deveria me enganar, que eu sou um médium, mas que não deveria esperar que isso dar-se-ia pelos meios convencionais e conhecidos. Com o tempo, eu descobriria esta mediunidade e aprenderia muito com estas faculdades.
De saída, duvidei do nosso irmão e até mesmo, no íntimo, questionei, onde ele via um médium se nenhum dos dons e faculdades que se observam nos trabalhos de matrizes religiosas eu dispunha.
Em síntese, eu apenas aguardei a vida seguir seu rumo até que tudo fizesse sentido.
Hoje, sei qual é a mediunidade que manifesto em minha jornada de vida e isso não me torna melhor ou pior do que outros irmãos e irmãs médiuns, conscientes ou inconscientes. Apenas me torna responsável em relação ao que esta faculdade que descobri ao longo de oito meses reproduz em minha vida e para a contribuição sobre a vida desta humanidade.
Este trabalho denominado PEREGRINO SIDERAL é consequência desta descoberta e das atividades da mediunidade que entendo, não é uma medalha, nem uma gratificação de status, mas uma ferramenta que reproduz uma severa responsabilidade sobre algo que nada tem a ver comigo, mas com o destino, vida e progresso dos meus semelhantes.
Não vejam este humilde servidor com outros olhos ou condutas que não sejam de paciência e boa vontade. Já que não busco méritos ou reconhecimento pessoal, mas apenas que a humanidade possa ter uma oportunidade de ter acesso ao que tenho para expressar de forma franca, fraterna e útil.
OS ARQUÉTIPOS
Durante esta jornada de descobertas e compreensões sobre a minha própria realidade de vida, entendi muitas das ocorrências de meu cotidiano e amadurecimento.
Hoje, tenho plena e absoluta consciência e compreensão, de que EU, agora, encarnado humano como Rafael, responsável pela plataforma PEREGRINO SIDERAL, sou apenas um mero arquétipo de energia e identidade de uma consciência fragmentada e que experimenta uma realidade densitária e dimensional chamada de VIDA.
Assim como todos vós, eu experimentei incontáveis outras oportunidades vitais e conscientes ao longo da marcha da eternidade naquilo que podem ser chamadas de VIDAS ANTERIORES ou PASSADAS.
A diferença, em absoluto, são os objetivos destas experiências em relação às minhas próprias expectativas e em relação aos produtos das expectativas da realidade coletiva da qual sou uma de suas partes.
Ao observar, reconhecer e compreender a realidade arquetípica, me foi concedida a oportunidade de ter acesso a algumas, não todas, mas às mais relevantes ao meu momento atual, rememorações de VIDAS E CONSCIÊNCIAS PASSADAS para utilizar estas memórias e conhecimentos para o meu progresso arquetípico atual e assistência no progresso arquetípico da humanidade.
Pretendo apresentar ao longo desta jornada, uma relação destes arquétipos, com o mero objetivo de exemplificar e demonstrar aspectos de realidade que sejam úteis para o progresso atual, sem a necessidade de inflar egos, julgar, condenar ou parecer possuir qualquer tipo de relevância atual por algo que não passa de memórias de uma realidade que não existe mais.
Aspecto importante para a compreensão de nossa realidade atual é conhecer mais a si e compreender o importante papel que cumprimos através de todos os arquétipos que representamos neste grande evento e cenário no palco da vida.
A CONSCIÊNCIA
A partir da compreensão arquetípica, me foi concedida a dádiva e a oportunidade de ingressar no conhecimento e na compreensão do meu próprio plano de consciência.
Da mesma forma que os arquétipos têm a missão de nos imprimir um estado de consciência DE QUEM SOU, as expressões da consciência nos imprimem um estado DO QUE SOU em uma determinada experiência.
Assim, compreendi que ter consciência DO QUE SOU e DE QUEM SOU, é extremamente relevante ao propósito do progresso e da evolução da consciência da vida e da Criação por toda a marcha da eternidade.
Consegui, de certa forma, me reconectar ao EU SUPERIOR, à consciência monádica para compreender, mais do que, QUEM SOU, O QUE SOU no concerto de toda a Criação. Não observem isso com espanto ou como algo sobrenatural.
Diferente do princípio esotérico da ILUMINAÇÃO, que é quando uma consciência fragmentada RETORNA ao EU SUPERIOR, tornando-se UM, eu apenas reconectei a minha consciência à mônada de origem através da dimensionalidade mental.
Isso não significa que eu seja um ser iluminado ou uma entidade superior.
Não! absolutamente.
Sou alguém que apenas consegue compreender e exercer a UNICIDADE dentro da DUALIDADE e traduzir isso em uma nova codificação que ainda não ocorre na consciência coletiva da humanidade fracionada em SER E NÃO-SER, BEM E MAL, LUZ E TREVAS, CÉU E INFERNO, etc.
Assim como consciência não mais pautada pelo domínio arquetípico, sei a minha origem e o meu destino como pontos deste meu intervalo de jornada de vida durante a marcha da eternidade, apenas reconheço e estou deveras satisfeito, apesar dos desafios reencarnatórios, por ser quem sou, ser o que sou e estar onde estou nestes dias vigentes.
Esta é uma descoberta pessoal e individual sobre uma consciência coletiva que se estende para muito além desta nossa vida cristalizada. Todos podem e devem aproveitar as oportunidades de expansão da consciência que nos é concedida para que abandonemos a prisão de cristal e o controle dos egos.
EU SOU SELREK
Todos possuímos identidades de arquétipos, como os nomes, atribuições, missões e responsabilidades.
Enquanto consciências, também possuímos naturezas de nossas sínteses, que na melhor compreensão, poderiam ser denominadas como nome, mas a melhor descrição é como EGRÉGORAS.
Assim, apesar da humanidade nominar as egrégoras com os nomes de seus arquétipos de referência ou “santidades”, a base para os panteões das divindades humanas, o mais adequado é nomear uma Egrégora pelo PROPÓSITO de sua criação e existência na marcha da eternidade.
A Egrégora de Consciência da qual sou um fragmento diminuto encarnado nesta Terra, no seio desta humanidade é denominada como SELREK.
Deste modo, como consciência coletiva, EU SOU SELREK.
Ao contrário dos eventos e manifestações a que a humanidade está habituada, principalmente, com os fenômenos de canalizações e principalmente, de incorporações mediúnicas, SELREK não é um Espírito e nem uma Entidade do Astral.
Durante a jornada desta plataforma, publicarei O QUE É SELREK, já que não é um arquétipo, mas uma dimensão de consciência.
EU SOU HÓRUS
Como exposto acima, além da identidade consciencial, temos as identidades arquetípicas, os reais nomes ou endereços energéticos das experiências individuais e coletivas.
De forma clássica, meu arquétipo individual social se identifica como Rafael, mas este arquétipo individual, se identifica em um arquétipo coletivo político como Brasileiro.
Este arquétipo político Brasileiro, se identifica em um arquétipo mais amplo e genético, como humano e assim, sucessivamente, cada arquétipo menor está contido em arquétipos maiores e cada um destes arquétipos reproduzem uma realidade de intersecção entre menores e maiores, além de suas naturezas energéticas e vibratórias, como grupos familiares, grupos de ação, grupos civilizatórios e que podem ou não concatenar infinitos fragmentos das Egrégoras de Consciência existentes em toda a Criação.
Assim, as Egrégoras de Consciência compõe apenas as consciências e energias daquela Egrégora, porém, nos grupos arquetípicos, todas as Egrégoras de Consciência podem conviver, se misturar e serem partes uns dos outros, ainda que as suas matrizes coexistem em separado dos cristais e fluídos da Criação.
Das manifestações das Consciências em dimensões e densidades da vida, manifestam-se, então, através de seus ARQUÉTIPOS, que geralmente, nos Universos de Cristal, são denominados pela linguagem moderna como ESPÉCIES e LINHAGENS.
Todos os arquétipos necessitam de algum tipo de veículo ou “corpo” para ocorrer e quando não necessitam mais destes veículos, retornam para a sua mônada, seu EU SUPERIOR, para que rumem à Unidade da Fonte Criadora.
Eu sou originário do arquétipo ancestral denominado pela humanidade como HÓRUS.
A identidade energética real não tem esta nomenclatura, mas é o nome com o qual a humanidade identifica este arquétipo ancestral originário.
O meu primeiro estado-forma ao deixar os planos da consciência para ingressar nos universos, dimensões e densidades cristalinas da forma é o do conhecido HOMEM-PÁSSARO ou conhecido pela humanidade moderna como CARIANO ou CARIAN.
Por isso, o arquétipo HÓRUS é identificado pela humanidade como um ser de forma humanóide e com cabeça de pássaro, um falcão ou uma águia. De fato, HÓRUS é o arquétipo dos seres que a crença religiosa humana aponta como seres QUERUBIM, tal como ilustrado na Bíblia Cristã no livro de Apocalipse 4:07 e que é apenas uma interpretação mística de reais seres ancestrais da própria Criação.
Esta é a minha linhagem de natureza dimensional e sideral, ou como atualmente denominam, linhagem das estrelas ou extraterrestre.
Não se pode confundir com ESPÍRITO, pois os veículos denominados espirituais são arquétipos de densidade e não de dimensionalidade.
Mesmo o próprio conceito de espiritualidade se encontra restrito no padrão de consciência e sua expansão.
Há muita realidade para antes e para além das famigeradas mitologias humanas e que serão publicadas durante a jornada desta plataforma do PEREGRINO SIDERAL.
A JORNADA
Ao se libertar dos veículos arquetípicos mesmo ainda estando manifestado conscientemente nestes, então, inicia-se a jornada pela libertação da consciência das amarras da mente e do ego, que são os cadeados energéticos de experimentação da consciência nos planos da dimensionalidade e da densidade.
Este é o desafio, como libertar a consciência da realidade ilusória dos arquétipos.
Espero poder contribuir das formas necessárias e possíveis para que todas as consciências encarnadas e desencarnadas, neste e em outros mundos, possam ter uma oportunidade de retornarem, cada qual, a sua verdadeira jornada cósmica.
Com muito amor e dedicação.
O PEREGRINO SIDERAL