Todos somos Luz e originados da centelha lumínica da Fonte Criadora. Alguns diretamente e outros indiretamente.

E, o que isso significa?

Que muitos dos seres foram criados diretamente pela Fonte Criadora, enquanto outros seres são criações das criaturas originárias.

Sim, as Consciências também criam novos estados de Consciências e os Espíritos também criam novos estados de Espíritos, a partir do cisalhamento e fragmentação da energia e da frequência desta centelha original e da Consciência que a constitui. Lembre-se, uma mesma corta de um violino, pode soar diversos tons e intensidades, a depende de que ponto gera a sua vibração.

A este cisalhamento e fragmentação podem denominar como um processo de FRACTAL, o que é fracionado.

Em determinada ocorrência de nossa jornada eterna, a Consciência passa a atuar separada da malha energética originária da Fonte Criadora ou mesmo, dos Cocriadores, então passa a experimentar um fenômeno denominado singularidade, isto é, ser único e separado, ainda que conectado por ressonância, uma das leis maiores de regência da energia matriz e do princípio inteligente.

A partir desta singularidade, a Consciência passa a se determinar como um ente unitário e a produzir as formatações de sua própria essência independente e individual, sejam as formas originárias do campo criativo ou do campo condicionante desta Consciência.

Sim, porque a Consciência encapsulada energeticamente pode assumir uma forma baseada pela liberdade de sua própria força criativa, denominada aqui como pensamento ou ser moldada pelas restrições energéticas e que aprisionam as energias condicionadas destes pensamentos em uma capsula mental.

Isso significa afirmar que sejam quais forem as formas adotadas por todas as singularidades, todas elas são expressões da vontade do SER, seja uma vontade essencial e originária ou uma vontade condicionada, mas, absolutamente, emanam do pensamento, da volição, do querer daquela Consciência, ciente ou não disto.

Por isso, quanto maior a expansão de Consciência, maior a liberdade e menor o condicionamento para a formatação singular dos fractais da Consciência Eterna.

A minha primeira formatação ou forma essencial, como um ente singular e separado da Fonte Criadora, para a sua melhor compreensão, é a de um pássaro.

Esta é a minha primeira forma singular e dimensional, uma espécie de pássaro ou na silhueta bidimensional de vossa simetria visual, um humanóide-pássaro.

Isso, porque, antes desta formatação essencial adotada por minha Consciência na singularidade, sou apenas LUZ, uma energia essencial e ligada ao princípio inteligente da Fonte Criadora.

Cuidado, pois, um animalzinho a quem você maltrata pode ser um fractal seu em uma forma mais primitiva ou até mesmo, um co-fractal de si mesmo derivado do seu ente superior, oriundo de uma outra dimensão, por exemplo, com o objetivo de completar a sua essência dimensional, como dois ou mais fractais de formas e condicionamentos de Consciências distintas.

Maltratar-se-á, a si e não a outrém nesta ilusão binária.

Na verdade, todos somos os fractais do ente superior, somos apenas singularidades conscientes da mesma Fonte Criadora e por isso, o que pensamos e agimos em relação uns aos outros, o realizamos a nós mesmos.

Em síntese, tenho a forma singular daquele a quem os terrícolas, atualmente, reconhecem e denominam como um ser “cariano” ou um “aviano”, coloquialmente, também denominado como um “homem-pássaro”.

Baseado na semântica terrícola e em termos de espécies, independente de sua forma, seja a adâmica-humana, a felina, a insetóide, a cetácea, a aviana, a reptiliana, a cristalóide e outras espécies ainda desconhecidas desta humanidade terrícola, pertenço a um conjunto dos primeiros cisalhamentos a serem criados pelo lógos arquetípico da Fonte Criadora, através de seu autocisalhamento e fragmentação.

A minha silhueta simétrica facial, elemento energético de identificação formal das Consciências imersas em frequências não telepáticas, se assemelha muito a de um falcão ou de uma águia, como as conhecem neste Orbe, sendo a forma dos nossos arquétipos singulares originários e dos quais, evoluímos na experiência da singularidade.

Porém, não somos os únicos seres criados nos infinitos universos e multiversos, pois, há outros seres criados pela mesma Fonte Criadora e também pelos Cocriadores, como nós.

Observem, não criamos Consciências do zero ou do “nada”. Apenas contribuimos para a criação de seres, entidade ou “corpos” dimensionais e densitários para que novas Consciências fractalizadas da Consciência Enterna, tenham, como nós temos, a mesma experiência da singularidade.

Quando afirmo que Consciências criam Consciências, certamente criamos a singularidade dentro da totalidade destas Consciências e assim, elas não são NOVAS, apenas possuem uma formatação distinta no processo evolutivo. A Consciência Eterna é o todo que contém todas as Consciências Singulares.

Algumas destas criaturas não compartilham do lógos originário ou nem da própria centelha da Fonte Criadora direta. São os nossos irmãos de troncos criativos e evolutivos distintos, mas ainda assim, são os nossos irmãos evoluentes, ainda que não compartilhem das prerrogativas e naturezas de nossa própria origem ou ocorrência dimensional.

Todos somos um a partir do TUDO NO TODO.

Estes seres irmãos que também existem e ocorrem em variados outros campos energéticos e frequenciais, são constituídos de naturezas distintas dos campos dos seres conscientes ou sencientes, como nós somos conhecidos pelos nossos atributos de possuirmos a essência do lógos — pensamento — e a luz da Fonte Criadora.

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