[0001] – O Clamor da Vida pela Eternidade

Queridos irmãos e irmãs, agradeço-vos pelos trabalhos, independente de quem pode comparecer ou não.

Os trabalhos somos nós e onde estivermos, estamos ligados ao Pilar de Luz que arvora ao nosso propósito de ação.

Aprendemos, dia-a-dia, cada um, detalhes novos e importantes em nossa atuação e tenham a certeza de que lapidaremos estes valiosos diamantes brutos que somos.

Lapidação necessária para que as nossas facetas polidas e luminosas possam espelhar das formas mais distintas e cooperativas, a grande emanação da Fonte Criadora.

Todos, juntos, no nosso potencial de amor, compaixão e ação.

Temos a consciência de que todos temos compromissos vitais e sociais desta realidade encarnatória e em nada seremos julgados.

Menos ainda, jamais seremos condenados por cuidar de nossos compromissos vitais.

Portanto, em nada devemos nos desculpar por cuidar dos nossos compromissos, ainda que ressoem em nós um certo abatimento pela impossibilidade da presença, um dia ou outro.

É nosso dever, por outro lado, constituir condições para que todos os trabalhadores tenham condições apropriadas ao trabalho, em uma justa medida de equilíbrio com os seus compromissos gerais.

O que desejamos, de certo, é construir um modelo de união, cooperação e ação conjunta em que todos tenham uma oportunidade, por menor e mais escassa que seja, em poder contribuir para este propósito maior e sem deixar de lado as vossas missões reencarnatórias e espirituais.

Nosso papel não é vos dizer o que devem ou não fazer.

Nosso papel não é sujeitar-vos aos comandos imperativos ligados aos modelos seculares e degenerados de controle e submissão pelos egos humanos.

Nosso papel não é julgar uns aos outros sobre o que cada um faz de certo ou errado.

Nosso papel não é julgar as outras casas, os outros centros, as outras linhagens de fé ou a atuação exterior sobre o que cada um faz ou deixa de fazer, de certo ou errado.

Nosso papel não é comparar uns aos outros para que se atribua pesos e medidas de ilusório, injusto e pesado jugo aos nossos semelhantes.

Nosso papel é sermos quem somos, como somos, para o que somos e espelhar, através da boa-fé, da compaixão e dos mais sublimes propósitos de evolução, a nossa proposta de progresso.

Tudo para que os nossos irmãos e irmãs recebam uma justa oportunidade de escolherem se desejam espelhar o que nós espelhamos da Fonte Criadora.

Não nos preocupemos com as aparências dos mensageiros e não os julguemos por suas supostas imperfeições ou impaciências, em nossa própria avaliação.

Foquemos no valor e na importância das mensagens que a Fonte Criadora, com grande interesse e satisfação, canaliza a este nosso semeado trabalho de amor e caridade.

Percebamos, que todos os olhos de toda uma Criação estão direcionados sobre este Pilar de Luz constituído com tão poucos componentes, é verdade, mas com um sincero e infinito potencial de iluminação e progresso de consciência, não apenas de uma humanidade, mas de mundos e sistemas da Criação.

As mensagens vos chegarão de formas que muitos sequer imaginam. Notem, ainda, em linguagens que poucos ainda compreendem, mas receberão a oportunidade de compreender.

Não vos aprisionem, meus queridos, ao padrão petrificado de que basta a vossa linguagem secular e o idioma de sua espécie ou Nação humana.

O grande desafio dos trabalhos de iluminação para a era da regeneração é traduzir uma linguagem celestial, por assim, como dizem em vossa simbologia e que ainda não é falada neste mundo.

Esperam, vós, meus queridos, ouvir os fonemas ou línguas estranhas aos vossos ouvidos, aos vossos vocabulários e muitos de vós, manifestam tais linguagens uns aos outros, em vossos templos e rituais.

Não carece, pois, expormos mais daquilo que já conhecem em vosso cotidiano, porque são as vossas construções humanas.

Mas, compartilhamos da língua universal, daquela que já vos foi ensinada, mas não foi aprendida.

A língua que se os humanos se calarem, as pedras bradarão.

Parece-vos familiar?

Uma língua que não precisa de bocas para falar, nem livros para escrever e nem tecnologias para divulgar.

Uma língua que é uma vibração e que precisa de consciências despertas para ressoar e expressar o progresso em toda a Criação.

Atentem-se, meus queridos, que esta língua é a primeira de todas e quando todas as línguas se calarem, apenas esta restará, porque é universal e vital.

Não é o Alpha e nem o Ômega, porque vós, diferente do que imaginam, estando despertos, não estão mais subordinados ao começo ou ao fim.

Sois, em vossas condutas e vibrações, a própria Voz da Eternidade ecoando por toda a Criação, sem um começo e sem um fim.

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Com grande Amor e Benevolência,

Emissário da Eternidade

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